Este espaço tem o propósito de divulgar assuntos referentes à nutrição e terapias complementares para indivíduos que desejam vivenciar o uso destas práticas em sua vida.
BOLO DE MAÇÃ CARAMELIZADA E SEM LACTOSE
INGREDIENTES:
2
maçãs pequenas sem casca e picadas
3
xícaras (chá) de farinha de trigo
3xícaras
(chá) de açúcar
1
colher de margarina becel
3
ovos inteiros
1
colher (cafezinho cheia) de fermento em pó
120ml
de iogurte sem lactose
80ml
leite sem lactose
Canela
e margarina para polvilhar para a forma
PRÉ PREPARO:
Corte
as maçãs em cubos pequenos e reserve.
Bata
na batedeira as claras em neve e reserve.
Unte
a forma com margarina e canela em pó e reserve.
PREPARO:
-Bata
na batedeira as gemas, o açúcar e a margarina. Acrescente o iogurte aos poucos até
formar um creme, bata bem.
-
Adicione a farinha de trigo peneirada, o leite e o restante do iogurte e
misture bem.
-Adicione
as 2 maças picadas.
-Misture
o fermento levemente e adicione as claras em neve com delicadeza.
-Coloque
na forma com buraco e leve ao forno pré aquecido para assar por 30 a 40 minutos.
Enquanto isso prepare a
calda:
1
maça pequena e sem casca picada
3
colheres(sopa) cheias de açúcar
2
colheres (sopa) de água
1
pitada de canela
Leve
ao fogo até engrossar e ficar caramelado, assim que começar o processo de
mailard (escurecimento/caramelização) adicione meio copo de água e mexa
rapidamente para dissolver. Está pronto cubra o bolo com a maça caramelizada e
delicie-se;)
By
LV
PROGRAMA DE "REEDUCAÇÃO NUTRICIONAL "MEU PESO IDEAL"
Você é nosso convidado.
Vem ai nova edição do Programa de Reeducação
Nutricional "Meu Peso Ideal", programe-se e participe!
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PMPI - JFPR 2014
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Porque é tão difícil mudas os hábitos...
Por que é tão
difícil adquirir bons hábitos e se livrar dos ruins?
Vale a pena a leitura!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mudar os hábitos exige planejamento, disciplina, força de vontade e um tempo de adaptação
Acordar cedo, escovar os dentes, colocar o cinto de segurança no carro, dormir tarde, beber café. O nosso dia a dia está recheado de hábitos, do momento em que acordamos até voltarmos para a cama, e nem nos damos conta de quantas vezes fazemos todas essas coisas. É a "força do hábito", costuma-se dizer, e segundo o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira, professor da PUC-SP, esses "são comportamentos há bastante tempo instalados e que são repetidos sistematicamente, até sem pensar". E mudá-los exige planejamento, disciplina e força de vontade.
Os hábitos são construídos a partir da recompensa que temos com a sua execução, como acionar o interruptor e a lâmpada se acender ou, se o desejo é ser bem recebido, sorrir para as pessoas, que irão, provavelmente, sorrir de volta. De tão arraigados, fica difícil mudar os que são considerados ruins, como procrastinar ou roer as unhas. Adquirir novos bons hábitos também é mais difícil do que costumamos achar, e um exemplo disso é a lista de resoluções a cada começo de ano. Traçar metas é fácil; colocar em prática, nem sempre.
Para o autor de "Making Habits, Breaking Habits: Why We Do Things, Why We Don't and How to Make Any Change Stick" (em tradução livre, "Criando Hábitos, Perdendo Hábitos: Por Que Nós Fazemos Coisas, Por Que Não e Como Fazer Qualquer Mudança Durar"), escrito pelo psicólogo inglês Jeremy Dean e ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
Vale a pena a leitura!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mudar os hábitos exige planejamento, disciplina, força de vontade e um tempo de adaptação
Acordar cedo, escovar os dentes, colocar o cinto de segurança no carro, dormir tarde, beber café. O nosso dia a dia está recheado de hábitos, do momento em que acordamos até voltarmos para a cama, e nem nos damos conta de quantas vezes fazemos todas essas coisas. É a "força do hábito", costuma-se dizer, e segundo o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira, professor da PUC-SP, esses "são comportamentos há bastante tempo instalados e que são repetidos sistematicamente, até sem pensar". E mudá-los exige planejamento, disciplina e força de vontade.
Os hábitos são construídos a partir da recompensa que temos com a sua execução, como acionar o interruptor e a lâmpada se acender ou, se o desejo é ser bem recebido, sorrir para as pessoas, que irão, provavelmente, sorrir de volta. De tão arraigados, fica difícil mudar os que são considerados ruins, como procrastinar ou roer as unhas. Adquirir novos bons hábitos também é mais difícil do que costumamos achar, e um exemplo disso é a lista de resoluções a cada começo de ano. Traçar metas é fácil; colocar em prática, nem sempre.
Para o autor de "Making Habits, Breaking Habits: Why We Do Things, Why We Don't and How to Make Any Change Stick" (em tradução livre, "Criando Hábitos, Perdendo Hábitos: Por Que Nós Fazemos Coisas, Por Que Não e Como Fazer Qualquer Mudança Durar"), escrito pelo psicólogo inglês Jeremy Dean e ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
- além da repetição
automatizada, o hábito se caracteriza pela falta de emoção. Um exemplo é
acordar cedo para quem costumava acordar tarde. Nos primeiros dias, é um drama,
e o sono parece não ir embora ao longo do dia. Após algumas semanas e meses, o
acordar torna-se automático. "Os hábitos têm importância para economizar
energia", afirma o psicólogo Pereira. Ou seja, uma vez acostumado, o organismo
passa de gastar menos energia para executar a ação repetitiva e a guarda para
outras situações.
O tempo para que um hábito entre na rotina varia de acordo com o tipo de ação e, claro, de quem a executa. O psicólogo inglês cita um estudo feito pela University College London em que 96 pessoas foram convidadas a escolher uma ação para se tornar hábito. A maioria escolheu algo relacionado à saúde, como comer uma fruta por dia ou caminhar 15 minutos à noite. Depois de quase três meses de estudo, os participantes indicaram se eles tinham ou não adquirido o novo hábito.
Os resultados mostraram que, em média, os participantes levaram 66 dias para atestar que a ação tinha se tornado hábito.
O tempo para que um hábito entre na rotina varia de acordo com o tipo de ação e, claro, de quem a executa. O psicólogo inglês cita um estudo feito pela University College London em que 96 pessoas foram convidadas a escolher uma ação para se tornar hábito. A maioria escolheu algo relacionado à saúde, como comer uma fruta por dia ou caminhar 15 minutos à noite. Depois de quase três meses de estudo, os participantes indicaram se eles tinham ou não adquirido o novo hábito.
Os resultados mostraram que, em média, os participantes levaram 66 dias para atestar que a ação tinha se tornado hábito.
Assim como os hábitos variavam, o
tempo para adquiri-los, também. O participante que decidiu tomar um copo com
água todo dia após o café da manhã conseguiu o hábito em 20 dias. Já quem
preferiu inserir a fruta após o almoço levou o dobro do tempo.
Criando hábitos
Criar um novo hábito exige comprometimento. Para o psicólogo da PUC-SP, também são necessários motivação e, claro, repetição. Entre as dicas que o psicólogo Dean dá em seu livro, ele sugere começar anotando em um papel o hábito que você quer estabelecer; depois, escreva o que há de melhor no resultado do seu hábito; em seguida, os obstáculos que você deverá enfrentar. Por último, trace um plano específico, que é chamado pelo autor de "intenção de implementação".
O que ele quer dizer com a "intenção" é criar um plano, mas não o plano básico que todo mundo faz, como "neste ano, eu vou perder peso" ou "serei mais gentil com as pessoas", porque eles tendem a ser vagos. O autor orienta que, em vez de dizer que vai ficar em forma, escreva: "Se eu vou percorrer um trajeto curto, então eu devo ir a pé".
Se o objetivo é ter o hábito de ser mais gentil, estabeleça atitudes específicas, como: "Se eu vir um cadeirante tendo dificuldade para circular em uma calçada, então oferecerei ajuda". Para o autor, isso liga uma situação a uma resposta direta, uma ação. O segredo está na relação entre o "se" e o "então", em vez do simples "eu vou ajudar mais as pessoas" ou "eu vou ficar em forma".
É bom ter cuidado com a autossabotagem. Por exemplo: se você quer praticar um instrumento musical toda quarta-feira quando chegar do trabalho, provavelmente você estará cansado e desmotivado. Logo, "se" você chegar em casa sem vontade de tocar, mas está realmente comprometido a aprender, "então" você ouvirá um pouco de música para ficar inspirado e tomar coragem.
Para aumentar as chances de esse exercício dar certo, o ideal é começar um hábito de cada vez. "Lembre-se que a sua rotina inspira conforto e que é fácil querer voltar para ela. Então, o melhor é começar aos poucos", orienta Dean. À medida que for alcançando sucesso, é hora de inserir um novo hábito, até que ele consiga se estabelecer.
Perdendo hábitos
Livrar-se dos hábitos ruins exige, antes de tudo, o reconhecimento de que ele não é bom para quem o tem ou para quem convive com a pessoa. "Um hábito é prejudicial quando ele afeta negativamente nossa qualidade de vida, interferindo em aspectos da nossa saúde ou em dimensões pessoais, sociais, profissionais ou emocionais", diz a psicóloga Talita Pereira Dias, especialista em terapia comportamental e doutoranda em psicologia pela UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos).
Para o psicólogo Dean, o problema em se livrar de um hábito está no fato de ser uma ação que envolve o inconsciente, e essa é uma área do cérebro que não conseguimos alcançar diretamente. "Nossa vontade consciente de mudar se mostra muito fraca em comparação ao comportamento que temos automaticamente", diz.
Em seu livro, ele compara o desejo de se livrar de um hábito com a missão de mudar o curso de um rio. Não dá para, simplesmente, construir uma barragem e esperar que a água pare de correr. Ela transbordará e inundará as áreas vizinhas para continuar seu curso. A saída é "encorajar" o rio a seguir outro caminho, criar um novo percurso. Portanto, para se livrar de um velho hábito ruim, é preciso criar um hábito bom.
Se o objetivo é abolir o refrigerante, é só substituí-lo por outra bebida mais saudável e resistir à tentação naqueles dias de intenso calor. Uma vez que o hábito ruim foi identificado, que se criou o comprometimento de se livrar dele e você sabe qual é o novo hábito que substituirá o antigo, é só colocar em prática o plano de ações. É bom também ficar alerta: mesmo após um novo hábito ter sido estabelecido, o antigo estará lá, quietinho, esperando a hora de ser reativado.
O desafio é ficar vigilante e praticar o autocontrole. Às vezes, vale até criar obstáculos para o hábito ruim. Suponhamos que você não quer mais comer algo que não te faça bem. Então, experimente não comprar o determinado ou alimento ou não ir naquele restaurante de sempre. Esse tipo de atitude colabora para alcançar objetivos.
Hábito é diferente de vício
Se um hábito pode ser ruim, um vício é maléfico, e os dois não podem ser confundidos. "O vício é essencialmente ruim, envolvendo comportamentos repetitivos que interferem negativamente na qualidade de vida da pessoa", observa a psicóloga Talita. Para ela, o vício está intrinsecamente relacionado a consequências negativas, como o tabagismo.
"Além disso, mudar um vício é muito mais difícil do que mudar um hábito, uma vez que, no caso do vício, há uma relação de dependência do indivíduo, seja física, fisiológica ou psíquica", explica.
Também não se pode confundir o hábito ruim com o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), distúrbio de ansiedade caracterizado por obsessões e compulsões. "Assim como o vício, um aspecto que pode fazer com que as pessoas confundam o TOC com o hábito envolve a repetição de comportamentos", diz a psicóloga, que orienta, nesses casos, a procura de um especialista.
Por Claudia Silveira
Do UOL, em São Paulo.
Criando hábitos
Criar um novo hábito exige comprometimento. Para o psicólogo da PUC-SP, também são necessários motivação e, claro, repetição. Entre as dicas que o psicólogo Dean dá em seu livro, ele sugere começar anotando em um papel o hábito que você quer estabelecer; depois, escreva o que há de melhor no resultado do seu hábito; em seguida, os obstáculos que você deverá enfrentar. Por último, trace um plano específico, que é chamado pelo autor de "intenção de implementação".
O que ele quer dizer com a "intenção" é criar um plano, mas não o plano básico que todo mundo faz, como "neste ano, eu vou perder peso" ou "serei mais gentil com as pessoas", porque eles tendem a ser vagos. O autor orienta que, em vez de dizer que vai ficar em forma, escreva: "Se eu vou percorrer um trajeto curto, então eu devo ir a pé".
Se o objetivo é ter o hábito de ser mais gentil, estabeleça atitudes específicas, como: "Se eu vir um cadeirante tendo dificuldade para circular em uma calçada, então oferecerei ajuda". Para o autor, isso liga uma situação a uma resposta direta, uma ação. O segredo está na relação entre o "se" e o "então", em vez do simples "eu vou ajudar mais as pessoas" ou "eu vou ficar em forma".
É bom ter cuidado com a autossabotagem. Por exemplo: se você quer praticar um instrumento musical toda quarta-feira quando chegar do trabalho, provavelmente você estará cansado e desmotivado. Logo, "se" você chegar em casa sem vontade de tocar, mas está realmente comprometido a aprender, "então" você ouvirá um pouco de música para ficar inspirado e tomar coragem.
Para aumentar as chances de esse exercício dar certo, o ideal é começar um hábito de cada vez. "Lembre-se que a sua rotina inspira conforto e que é fácil querer voltar para ela. Então, o melhor é começar aos poucos", orienta Dean. À medida que for alcançando sucesso, é hora de inserir um novo hábito, até que ele consiga se estabelecer.
Perdendo hábitos
Livrar-se dos hábitos ruins exige, antes de tudo, o reconhecimento de que ele não é bom para quem o tem ou para quem convive com a pessoa. "Um hábito é prejudicial quando ele afeta negativamente nossa qualidade de vida, interferindo em aspectos da nossa saúde ou em dimensões pessoais, sociais, profissionais ou emocionais", diz a psicóloga Talita Pereira Dias, especialista em terapia comportamental e doutoranda em psicologia pela UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos).
Para o psicólogo Dean, o problema em se livrar de um hábito está no fato de ser uma ação que envolve o inconsciente, e essa é uma área do cérebro que não conseguimos alcançar diretamente. "Nossa vontade consciente de mudar se mostra muito fraca em comparação ao comportamento que temos automaticamente", diz.
Em seu livro, ele compara o desejo de se livrar de um hábito com a missão de mudar o curso de um rio. Não dá para, simplesmente, construir uma barragem e esperar que a água pare de correr. Ela transbordará e inundará as áreas vizinhas para continuar seu curso. A saída é "encorajar" o rio a seguir outro caminho, criar um novo percurso. Portanto, para se livrar de um velho hábito ruim, é preciso criar um hábito bom.
Se o objetivo é abolir o refrigerante, é só substituí-lo por outra bebida mais saudável e resistir à tentação naqueles dias de intenso calor. Uma vez que o hábito ruim foi identificado, que se criou o comprometimento de se livrar dele e você sabe qual é o novo hábito que substituirá o antigo, é só colocar em prática o plano de ações. É bom também ficar alerta: mesmo após um novo hábito ter sido estabelecido, o antigo estará lá, quietinho, esperando a hora de ser reativado.
O desafio é ficar vigilante e praticar o autocontrole. Às vezes, vale até criar obstáculos para o hábito ruim. Suponhamos que você não quer mais comer algo que não te faça bem. Então, experimente não comprar o determinado ou alimento ou não ir naquele restaurante de sempre. Esse tipo de atitude colabora para alcançar objetivos.
Hábito é diferente de vício
Se um hábito pode ser ruim, um vício é maléfico, e os dois não podem ser confundidos. "O vício é essencialmente ruim, envolvendo comportamentos repetitivos que interferem negativamente na qualidade de vida da pessoa", observa a psicóloga Talita. Para ela, o vício está intrinsecamente relacionado a consequências negativas, como o tabagismo.
"Além disso, mudar um vício é muito mais difícil do que mudar um hábito, uma vez que, no caso do vício, há uma relação de dependência do indivíduo, seja física, fisiológica ou psíquica", explica.
Também não se pode confundir o hábito ruim com o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), distúrbio de ansiedade caracterizado por obsessões e compulsões. "Assim como o vício, um aspecto que pode fazer com que as pessoas confundam o TOC com o hábito envolve a repetição de comportamentos", diz a psicóloga, que orienta, nesses casos, a procura de um especialista.
Por Claudia Silveira
Do UOL, em São Paulo.
PMPI 2013
PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO NUTRICIONAL
MEU PESO IDEAL
DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
Cada participante tem avaliação individual, suporte integral, tarefas e materiais disponíveis. As tarefas são aplicadas à rotina de cada indivíduo.
Duração: 12 encontros semanais com 1h a 1h30 de duração.
PRÓXIMA TURMA: 04/03/2013 às 19:30hs
Quem pode se beneficiar do programa:
- Público em geral e empresas (no caso de empresas o atendimento poderá ser feito no próprio local)
Profissional responsável:
Luiza Varisco
- Graduada em Nutrição.
- Bioterapeuta - Especializada em Terapias Complementares
- Pós graduada em Programação Neurolinguística
- Especializada em Nutrição Funcional
Informações e reservas:
Local: Espaço de Bem com a Vida
Rua Parnaíba, 345 - Mercês - Curitiba
(41) 3015-4836 ou 9127-0307
TAPIOCA FUNCIONAL (SEM GLUTÉN E PROTEICA)
hummmmmm,
sabe quando bate aquela fominha a tarde, e uma vontade de comer uma coisa salgada? aproveita a dica e vai correndo fazer a sua...
Ingredientes:
04 colheres de farinha pronta para tapioca peneirada
02 colheres de pasta de amêndoas (vou postar a receita)
Conforme a foto:
Aqueça a frigideira e espalhe a farinha de mandioca deixe por uns 3 minutos vire de lado com uma espatula. Coloque a pasta de amêndoas e feche apertando as laterais deixe mais um minutinho no fogo e voíla esta pronta!
Obs.: por ser calórica vai bem antes do treino para que o excesso possa seja usado como energia.
As amêndoas possuem fósforo, cálcio, vitamina B2, fibra proteínas e vitamina E e gorduras do tipo monoinsaturados e polinsaturadas que beneficiam o bom colesterol (HDL).
PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO NUTRICIONAL MEU PESO IDEAL
O caminho para conquistar uma vida mais saudável e plena!
A NTC apresenta um trabalho inédito, destinado a quem está com excesso de peso ou deseja uma reeducação alimentar. É um trabalho que mescla conhecimentos da nutrição com os da terapia complementar utilizando técnicas como: Fitoterapia, Florais, Cromoterapia, PNL, entre outras. Além de orientá-lo nutricionalmente, este trabalho tem o objetivo de ajudá-lo a se redescobrir e se perceber como um ser integral . A partir daí criam-se novos hábitos alimentares e um estilo de vida mais saudável através da troca de experiências, disciplina, organização e comprometimento.
O PROGRAMA "MEU PESO IDEAL" proporciona aos seus participantes mudanças graduais e orientadas em seu comportamento alimentar e hábitos de vida. Sob supervisão de Nutricionista e Bioterapeuta, modificam-se alguns hábitos para que o paciente possa emagrecer, pensar e se comportar magro. Priorizar uma alimentação mais saudável e consequentemente, uma melhor qualidade de vida.
Ao iniciar o programa você já estará trabalhando sua manutenção pois, através do aprendizado de novos hábitos fica mais fácil manter o novo peso após emagrecer. Nos grupos se discute formas de agir frente à comida, frente à vontade de comer ou mesmo a fome. Todos se pesam semanalmente e acompanham a evolução de seu emagrecimento. Nestes encontros cada um traça planos para a semana seguinte e assim, o grupo se ajuda mutuamente e seguir em frente.
DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
O PROGRAMA "MEU PESO IDEAL" acontece em 12 encontros. Os encontros são dinâmicos com debate de temas relacionados à alimentação, excesso de peso, prevenção de doenças, hábitos alimentares saudáveis e uso de terapias complementares que auxiliam no processo. Cada participante tem avaliação individual, suporte integral, tarefas e materiais disponíveis. As tarefas são aplicadas à rotina de cada indivíduo.
Duração: 12 encontros semanais com 1h a 1h30 de duração.
PRÓXIMA TURMA: 04/03/2013 às 19:30hs
Quem pode se beneficiar do programa:
- Empresas e Público em geral
- Qualquer pessoal interessada pode participar do programa, basta preencher o formulário de inscrição
- No caso de empresas o atendimento poderá ser feito no próprio local.
Profissional responsável:
Luiza Varisco
- Graduada em Nutrição, Bioterapeuta - Especializada em Terapias Complementares e Pós graduada em Programação Neurolinguística
Informações e reservas:
Local: Espaço de Bem com a Vida
Rua Parnaíba, 345 - Mercês - Curitiba
(41) 33015-4836 ou 9127-0307
A NTC apresenta um trabalho inédito, destinado a quem está com excesso de peso ou deseja uma reeducação alimentar. É um trabalho que mescla conhecimentos da nutrição com os da terapia complementar utilizando técnicas como: Fitoterapia, Florais, Cromoterapia, PNL, entre outras. Além de orientá-lo nutricionalmente, este trabalho tem o objetivo de ajudá-lo a se redescobrir e se perceber como um ser integral . A partir daí criam-se novos hábitos alimentares e um estilo de vida mais saudável através da troca de experiências, disciplina, organização e comprometimento.
O PROGRAMA "MEU PESO IDEAL" proporciona aos seus participantes mudanças graduais e orientadas em seu comportamento alimentar e hábitos de vida. Sob supervisão de Nutricionista e Bioterapeuta, modificam-se alguns hábitos para que o paciente possa emagrecer, pensar e se comportar magro. Priorizar uma alimentação mais saudável e consequentemente, uma melhor qualidade de vida.
Ao iniciar o programa você já estará trabalhando sua manutenção pois, através do aprendizado de novos hábitos fica mais fácil manter o novo peso após emagrecer. Nos grupos se discute formas de agir frente à comida, frente à vontade de comer ou mesmo a fome. Todos se pesam semanalmente e acompanham a evolução de seu emagrecimento. Nestes encontros cada um traça planos para a semana seguinte e assim, o grupo se ajuda mutuamente e seguir em frente.
DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
O PROGRAMA "MEU PESO IDEAL" acontece em 12 encontros. Os encontros são dinâmicos com debate de temas relacionados à alimentação, excesso de peso, prevenção de doenças, hábitos alimentares saudáveis e uso de terapias complementares que auxiliam no processo. Cada participante tem avaliação individual, suporte integral, tarefas e materiais disponíveis. As tarefas são aplicadas à rotina de cada indivíduo.
Duração: 12 encontros semanais com 1h a 1h30 de duração.
PRÓXIMA TURMA: 04/03/2013 às 19:30hs
Quem pode se beneficiar do programa:
- Empresas e Público em geral
- Qualquer pessoal interessada pode participar do programa, basta preencher o formulário de inscrição
- No caso de empresas o atendimento poderá ser feito no próprio local.
Profissional responsável:
Luiza Varisco
- Graduada em Nutrição, Bioterapeuta - Especializada em Terapias Complementares e Pós graduada em Programação Neurolinguística
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Rua Parnaíba, 345 - Mercês - Curitiba
(41) 33015-4836 ou 9127-0307
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ANEMIA POR DEFICIÊNCIA DE FERRO NA ADOLESCÊNCIA
A anemia por deficiência de ferro é a anemia carencial mais
prevalente no mundo. Esta ocorre principalmente em quatro períodos da vida: de
6 meses a 4 anos de idade, na adolescência, durante o período fértil da
mulher e na gravidez.
A anemia nos adultos interfere em sua capacidade laborativa e nos
lactentes, pré-escolares, escolares e adolescentes tem efeitos negativos sobre o crescimento
pônderoestatural, assim como no aprendizado escolar e no desenvolvimento cognitivo.
A deficiência de ferro na adolescência, além de estar relacionada a
fatores biológicos, ou seja, elevação da demanda de ferro na fase do estirão puberal,
aumento da massa muscular nos meninos e presença de ciclos menstruais nas
meninas, apresenta fatores de risco como inadequadas condições nutricionais, baixo nível
socioeconômico e
presença de verminoses.
Devemos ainda considerar a má alimentação do adolescente, predisposto a se
alimentar de fast food, as freqüentes dietas para controle de peso tão em evidência pelo
culto ao corpo, além da presença de substâncias que interferem na absorção do
ferro,
como, por exemplo, o consumo de refrigerantes durante as refeições.
Atualmente devemos levar em consideração o aumento do número de
adolescentes grávidas, o que favorece a prevalência de anemia nas adolescentes,
como comprovam muitos trabalhos na literatura.
O tratamento da anemia carencial por deficiência de ferro é feito
com sulfato ferroso elementar ao dia durante três meses.
Além disso, uma orientação alimentar adequada é importante para o sucesso do
tratamento.
Por isso lembre-se sua nutricionista pode ajudar neste momento!
Resumo do artigo:
ANEMIA POR DEFICIÊNCIA DE
FERRO NA ADOLESCÊNCIA (Marise C.da Silva)
ALIMENTOS QUE ESTIMULAM O CÉREBRO DAS CRIANÇAS
Pesquisas vêm mostrando cada vez mais o importante papel da
nutrição no bom desenvolvimento cognitivo de crianças.
Os nutrientes atuam no desenvolvimento do sistema nervoso,
melhorando o aprendizado, a concentração e o foco dos pequenos.
Veja o que não pode faltar no cardápio do seu filho para
garantir seu desenvolvimento:
Ovos – na gema
dos ovos temos grandes quantidades de colina, um nutriente que participa da
formação de novas células cerebrais e na melhora da memória. Quanto mais
células cerebrais tivermos melhor será a memória e mais fácil o aprendizado. Inclua
os ovos mexidos no café da manha de seu filho, sirva com torradas integrais.
Dica! O café da manhã é uma refeição muito importante para
as crianças, pesquisas mostram que as crianças que fazem essa refeição tem
melhor desempenho escolar e melhor coordenação motora. Mas evite o excesso de
açúcar e carboidratos refinados
Aveia – é um
cereal integral, rico em fibras, portanto de digestão lenta, o que fornece
energia por mais tempo. Estudos mostram que crianças que comiam aveia tinham
melhor memória se comparadas as que comiam pão branco ou não tomavam café da
manha. Inclua a aveia em frutas, vitaminas ou ainda use no preparo de um mingau
adoçado com passas ou tâmaras.
Morangos e uvas
escuras – essas frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, que protegem
os neurônios dos danos causados pelos radicais livres e por isso melhoram a
função cognitiva. Use o morango e a uva escura em sucos ou coloque na lancheira
de seu filho!
Sementes de linhaça,
chia ou sardinha – fonte de omega 3, um tipo de gordura essencial para o
desenvolvimento e adequado funcionamento cerebral. Use as sementes no preparo
de sucos ou smothies ou as adicione em iogurtes e saladas. Inclua no cardápio a
sardinha pelo menos 2 vezes na semana.
Pães e biscoitos
integrais – além de ricos em fibras, o que garante energia por mais tempo,
os pães e biscoitos integrais são fontes de ácido fólico, uma vitamina
importante para a formação de neurônios. Fonte também de outras vitaminas do
complexo B, necessárias para nos mantermos alerta. O consumo desse tipo de
alimento é importante desde a gestação,
portanto as grávidas também os devem incluir no cardápio.
Dica! Prefira os pães integrais para o preparo dos
sanduiches que mandará de lanche para seu filho.
Maçã e suco de maçã
- a maçã é uma fonte importante de fisetina, que favorece o amadurecimento das
células cerebrais relacionadas a memória. O suco de maçã pode acompanhar o
sanduiche com pão integral na lancheira da criançada.
Azeite de oliva -
rico em ácidos graxos monoinsaturados, presentes nas membranas dos neurônios.
Melhoram a transmissão de informação entre elas. Use um fio do azeite sobre a
comida.
Evite alimentos ricos em açúcar, os refinados e cheiros de
corantes e aditivos químicos que podem causar alergias e DTA em crianças.
E por fim incentive que seu filho pratique alguma atividade
física, os exercícios melhoram o fluxo sanguíneo para o cérebro e a chegada dos
nutrientes no órgão.
Fonte: Mundo verde
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